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sábado, 5 de julho de 2014

PORTO DE NATAL

COMPANHIA DOCAS DO RIO GRANDE DO NORTE (CODERN)
Av. Engº Hildebrando de Góis, 220 – Ribeira
CEP: 59010-700 – Natal (RN)
PABX: (84) 211-5311
Tel.: (84) 222-3932
Telefax: (84) 221-6072
www.cavuginet.com.br/codern/natal.htm
e-mail: codern@cabugisat.com.b
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ORIGEM
O projeto do porto de Natal foi aprovado pelo Decreto nº 15.277, de 14/1/22, e teve sua execução iniciada no mesmo ano, pela contratada C.H. Walker & Cia. Ltda., sendo interrompido de 1924 a 1927.
O Decreto nº 21.995, de 21/10/32, determinou que a administração e a exploração do porto ficasse a cargo da respectiva fiscalização, subordinada ao Departamento Nacional de Portos e Navegação. Assim, em 24/10/32, as suas primeiras instalações foram inauguradas, começando a operar. O porto continuou a ser administrado pela União nos período de existência dos Departamento de Portos, Rios e Canais e Departamento de Portos e Vias Navegáveis e posteriormente pela Portobrás, criada em 1976.
A partir de 1983, a Administração do Porto passou a integrar a Companhia Docas do Estado do Rio Grande do Norte (CODERN), nos termos da Assembléia Geral de Acionistas da Portobrás, de 6/4/81.
ADMINISTRAÇÃO 
Pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN).
LOCALIZAÇÃO 
Na cidade de Natal (RN), à margem direita do rio Potengi, a uma distância de 3km da sua foz.
ÁREA DE INFLUÊNCIA
Inclui todo o estado do Rio Grande do Norte, especialmente os municípios de Mossoró, Pau dos Ferros, Areia Branca, Macau e Ceará-Mirim.
ÁREA DO PORTO ORGANIZADO 
Conforme a Portaria-MT nº 1.029, de 20/12/93 (D.O.U. de 22/12/93), a área do porto organizado de Natal, no estado do Rio Grande do Norte, é constituída:
a) pelas instalações portuárias terrestres existentes na margem direita do rio Potengi, desde a Base Naval de Natal até o molhe leste, na interseção com o arrecife de Natal, junto ao Forte dos Reis Magos, abrangendo todos os cais, docas, pontes e píeres de atracação e de acostagem, armazéns, edificações em geral e vias internas de circulação rodoviária e ferroviária e ainda os terrenos ao longo dessa faixa marginal e em suas adjacências pertencentes à União, incorporadas ou não ao patrimônio do porto de Natal ou sob sua guarda e responsabilidade;
b) pela infra-estrutura de proteção e acesso aquaviário, tais como áreas de fundeio, bacias de evolução, canal de acesso e áreas adjacentes a esse até as margens das instalações terrestres do porto organizado, conforme definido no item "a" acima, existentes ou que venham a ser construídas e mantidas pela Administração do Porto ou por outro órgão do poder público.

domingo, 21 de novembro de 2010

RN volta a ser o maior produtor de banana do Brasil

FONTE: JORNAL DE FATO, EDITADO EM MOSSORÓ, EDIÇÃO DO DIA 21 DE NOVEMBRO DE 2010(DOMINGO), MATÉRIA DO CONCEITUADO JORNALISTA
JOTTA PAIVA
Do Vale do Açu

A banana foi o produto de maior incremento na pauta de exportação do Rio Grande do Norte no setor da fruticultura, em 2010. A cultura, que enfrentou graves problemas depois dos invernos de 2008 e 2009, voltou a crescer em ritmo acelerado, atingindo alta de 25,38%, segundo dados do Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA/RN).
As exportações da fruta cresceram 33,3% comparado ao ano passado. Entre janeiro e outubro de 2010, o Estado exportou 15,6 milhões de dólares, contra U$ 11,7 milhões do mesmo período de 2009. Em volume, o aumento na venda externa foi de 21,6%, passando de 29,3 mil toneladas em 2009, para 35,6 mil toneladas até outubro deste ano.
Segundo o coordenador de Comércio Exterior da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), Otomar Lopes Cardoso Júnior, a banana foi quem teve maior crescimento no setor, seguido da castanha de caju (11,2%) e da melancia (9,5%).
Um exemplo do momento da produção de banana é que o melão, principal fruta da pauta de exportação potiguar, apresentou uma queda de 3,8%, com venda de U$ 27,3 milhões em 2010, contra U$ 28,4 milhões em 2009. O recuo acontece mesmo havendo aumento de 2,1% na produção, de 43 mil toneladas em 2009, para 43,9 mil toneladas em 2010. Otomar Lopes explica que esses números são do início da safra e que haverá recuperação.
Quem vive o pior momento, na contramão da banana, é o mamão que despencou 49,2% na exportação, caindo de U$ 4,2 milhões em 2009 para U$ 2,1 milhões neste ano. Esta crise está ligada à redução de produção da empresa Calimã, uma das mais importantes no mercado local.
O crescimento da produção e exportação da banana consolida o Rio Grande do Norte como maior exportador brasileiro. O Estado volta a superar Santa Catarina que, em 2009, havia sido o maior exportador nacional. Otomar Lopes acredita também que os potiguares estão em situação de crescimento privilegiado, uma vez que a fruta está na pauta de exportação há apenas dez anos.

SECA
Embora a produção da banana alcance números invejáveis, o ano de 2010 não foi muito favorável à agricultura no Rio Grande do Norte. Exceto os números positivos da fruticultura irrigada, a produção sofreu uma queda superior a 80%. As piores quedas foram registradas nas regiões do Seridó, Mato Grande e Oeste, com prejuízos acima de 90% da produção agrícola. A pesquisa do Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias (GCEA/RN) analisa os 14 principais produtos da agricultura, entre eles os considerados essenciais: milho, feijão, arroz e sorgo, além do algodão que também está escasso no mercado nacional.

Produção da banana em 2010 já é maior que todo o ano passado
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que até outubro de 2010, o Rio Grande do Norte havia superado toda a produção de banana do ano passado. Em recuperação, devido aos problemas das enchentes por dois anos consecutivos, em 2009, o RN produziu 136.970 toneladas de banana, enquanto até o mês passado a produção contabilizava 179.991 toneladas.
A empresa Del Monte Fresh, localizada no município de Ipanguaçu, é responsável por mais de um terço dessa produção, cerca de 60 mil toneladas, ou 35,08%. Sem concorrente, ela é responsável por toda a exportação da fruta, gerando uma receita anual de mais de U$ 25 milhões. Beneficiada com isenção de impostos, o retorno ao Estado vem através dos mais de 1.500 empregos formais.
A Del Monte é líder no mundo em produção de frutas. Além do Brasil, mantém produção própria em outros 10 países e operações de comercialização, venda e compra em outros 50 países.
Os outros 64,92% é consumido no mercado interno. Desse total, 56,01%, ou seja, 96 mil toneladas são produzidas no perímetro irrigado do Baixo Açu, situado no município de Alto do Rodrigues. As frutas são vendidas no mercado interno e enviadas para o Ceará, Paraíba e Pernambuco.
A Associação do Distrito de Irrigação do Baixo Açu (ADIBA) é responsável pela produção de 800 hectares da fruta. São mais de 100 produtores familiares e empresários, gerando mais de dois mil empregos diretos.
As mais de quatro mil ocupações no Vale do Açu com a fruticultura são responsáveis pela movimentação de pelo menos 50% do comércio dos dois municípios citados. "Tirando a área pública, são os trabalhadores da fruticultura que movimentam o comércio", disse o comerciante, Abdon Soares, que possui um mini-mercado em Ipanguaçu. Só os trabalhadores da banana são responsáveis por 20% das movimentações financeiras.

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Os desafios de um mercado que movimenta bilhões

FONTE: JORNAL DE FATO, EDITADO EM MOSSORÓ, DO DIA 21/11/10
A fruticultura tropical para a exportação movimenta 5,8 bilhões de dólares no Brasil, em produtos frescos e outros 12,2 bilhões de dólares, considerando os derivados das frutas. O Rio Grande do Norte tem papel importante nesse mercado, mas nos últimos anos, enfrenta dificuldades. O Estado tem como mercados tradicionais países como Espanha, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos e mais recentemente, emergentes como China, Rússia e outros da Ásia e Oriente Médio.
Em 2009, algumas culturas tiveram superávit na produção, mas voltaram a cair neste ano. Só a banana apresentou recuperação, crescendo acima do esperado (21,6% nas vendas). Mesmo com as oscilações, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) confirma que houve um crescimento significativo comparando toda a primeira década dos anos 2000.
A crise econômica e a situação cambial no mercado internacional têm influenciado diretamente na exportação da fruticultura. Com a queda do dólar, as empresas reclamam da redução dos lucros e algumas voltam seus olhos para o mercado interno. Outras, no entanto, pressionam o governo e cobram medidas enérgicas. "Esperamos que a situação cambial melhore", disse o assessor jurídico de assuntos institucionais da Del Monte Fresh, Newton Assunção, que está apostando no acordo de Livre Comércio do Cone Sul. "A expectativa é que esse acordo seja definido até julho do ano que vem", complementa.
Segundo o coordenador de Comércio Exterior da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), Otomar Lopes Cardoso Júnior, o acordo de livre comércio entre o Cone Sul (Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai) e a Europa - envolvendo mais de cinco mil produtos, incluindo os da fruticultura - tem como foco expandir as vantagens que existem hoje no Mercosul. "Com esse acordo, o produto brasileiro chegará mais competitivo no mercado internacional, porque não terá imposto de exportação, assim o produto será mais barato e venderá mais", disse.

PREJUÍZOS
A Del Monte ainda não se recuperou das perdas ocorridas durante os invernos de 2008 e 2009, quando teve reduzida sua área de produção em mais da metade. No primeiro ano, a cheia do rio Açu devastou a plantação, reduzindo de 2.200 hectares para 1000 hectares atuais. Os empregos também despencaram de 3.200 para 1.500.
Antes de 2008, a produção da Del Monte era de 7 milhões de caixas (110 mil toneladas). Hoje, passadas as duas grandes enchentes, este foi o primeiro ano que a empresa reagiu a números semelhantes aos antes da crise.
Desde então, a empresa vem cobrando do governo do Estado a construção da barragem de Oiticica, que será construída entre os municípios de Jucurutu e Jardim de Piranhas, na região do Seridó. O manancial de 600 milhões de metros cúbicos tem como função reduzir o fluxo do rio Piranhas-Açu, à montante da barragem Armando Ribeiro Gonçalves em Itajá (2.4 bilhões de metros cúbicos) e assim reduzir o perigo de inundações nas áreas mais baixas do Vale.
O projeto não andou, mas o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) continua prometendo. O diretor do órgão, Elias Fernandes, disse que a obra faz parte do programa de integração do Rio São Francisco. "Todos os estudos foram feitos sobre esse projeto, agora só falta o financiamento", contou o diretor, informando que só falta definir o custo da barragem. "Nesta semana, deveremos ter uma reunião com o Governo do Estado para tratar do assunto", assegura.

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